Os actos celebrados no cemitério do Pinheiro estivérom presididos polo alcalde Manuel Regos e o Coronel-Comandante do Terço Norte, Ramón Piñeiro, escoltados por numerosos guardas civis. A oferta floral ao soldado franquista realizou-se na parede onde a tradiçom oral e historiadores locais asseguram que fôrom fusilados e enterrados numerosos militantes de esquerda durante a Guerra Civil e anos posteriores.
A AC Foucelhas, que realizou umha biografia do homenageado, denunciou esta homenagem no ano passado, solicitando que nom se realizasse a homenagem, obtendo apoio unicamente do Movimento polos Direitos Civis, e sem que o seu protesto tivesse efecto. Um membro de Foucelhas conta para o galizalivre.org que “no ano passado polo menos evitárom fazer publicidade dos actos, suponho que para enfriar o debate, mas este ano já nom se cortárom, e mesmo anunciárom a homenagem fascista através de ecráns por toda a vila”. Além disso, pudemos comprovar que no web oficial do concelho falam do Soldado Lois como “herói da nossa Guerra Civil espanhola, foi condecorado com a Laureda Cruz de Sam Fernando, pola sua gesta de salvar dumha explosom o cruzeiro Baleares em águas de Argel no dia 7 de setembro de 1937”.


